Temple fade e temple taper: o que pedir para o barbeiro

Temple fade e temple taper: o que pedir para o barbeiro

Qual é a diferença de verdade entre os dois?

Muita gente pede um temple fade quando na verdade quer um temple taper, e essas duas palavras levam a cortes diferentes. O temple fade leva o cabelo até a pele nas têmporas e junto à costeleta e termina acima da linha natural de crescimento, enquanto o resto das laterais e a parte de trás mantêm o comprimento. O taper só encurta o cabelo aos poucos e termina na própria linha de crescimento, então nenhuma faixa de pele aparece. No espelho, o fade aparece como uma mancha clara e definida na têmpora, e o taper parece só uma borda bem arrumada. A terminologia não ajuda. Alguns barbeiros chamam de temple taper só as têmporas, outros incluem a linha do pescoço, e você ainda vai ouvir nomes antigos como temp fade ou Brooklyn fade. Por isso a palavra sozinha garante muito pouco, e as perguntas úteis são concretas: vai até a pele ou não, e a parte de trás do pescoço entra ou fica de fora. As duas versões mexem numa área minúscula. O topo e a parte de trás ficam quase iguais, então o corte combina com quem quer parecer recém-arrumado sem mudar a forma geral do cabelo. Se estiver em dúvida, comece pelo taper, porque dele dá para passar ao fade em qualquer visita.

Para quem funciona um toque curto só nas têmporas

Um toque curto nas têmporas funciona para quem quer uma borda limpa e não pretende abrir mão do comprimento. Cabelo longo, cachos e mullet são os que mais ganham, porque o volume fica no lugar e o rosto ganha um contorno claro. As buscas juntam temple fade justamente com essas palavras, o que diz bastante sobre quem procura. Para um escritório ou um trabalho conservador, o taper fica mais tranquilo, porque não deixa uma faixa visível de pele e quase ninguém vai perceber o que mudou. Na 044 Barbershop em Kyiv qualquer um dos dois entra como um corte de cabelo normal, e o barbeiro costuma começar olhando os cantos da sua linha de crescimento. Essa observação da cadeira merece ficar na memória: quando os cantos já recuaram um pouco, um fade alto e claro na têmpora deixa o recuo mais visível. Nesse caso, os barbeiros costumam sugerir um taper ou um início mais baixo. Normalmente vale começar com cuidado, só nas têmporas e com um pente curto, porque uma têmpora empurrada para trás demora muito mais para voltar do que a maioria espera. Se você gostar do resultado, dá para ir mais curto na próxima vez. Com barba, o taper costuma se unir a ela sem salto, enquanto um fade pede combinar onde a pele termina.

Como dizer ao barbeiro onde parar

Dê ao barbeiro alguns pontos concretos, e o nome deixa de importar. Diga se a têmpora deve chegar à pele ou ficar curta com um pente de 1 ou 2 mm. Aponte a altura em que a área curta termina, porque poucos milímetros mudam como o rosto aparece. Decida à parte o que acontece com o pescoço: natural, com a mesma transição gradual ou sem mexer. Fale também das costeletas, já que elas continuam a linha da têmpora e o comprimento delas pode acertar ou estragar a ideia. Se você tem uma foto, mostre uma de frente e outra de lado, porque de um ângulo só a têmpora passa despercebida. A área curta é pequena, então o crescimento aparece rápido, e em uma ou duas semanas a borda começa a borrar. Para manter a forma, venha a cada uma ou duas semanas, porque essa borda limpa é o sentido do corte. Em casa, deixe as têmporas quietas: elas ficam à vista e qualquer passada a mais com o aparador aparece na hora. Quando a borda já borrou e a visita ainda está a um ou dois dias, o cabelo mais longo penteado para a têmpora cobre a linha. Confira o resultado com o cabelo seco, porque o molhado fica mais assentado e esconde a linha real. Venha, e a gente marca no espelho até onde a têmpora pode ir sem que o resto do corte mude.